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Irani passa a integrar fundo ELAS11 da B3

Uma das principais indústrias de papel e embalagens sustentáveis do Brasil, a Irani conquistou mais um reconhecimento em relação à igualdade de gênero

Foto: Oleg/AdobeStock

A empresa passou a integrar a carteira do Índice Teva Mulheres na Liderança, referenciado pelo fundo ELAS11 (Safra ETF Mulheres na Liderança), listado para negociação na Bolsa de Valores do Brasil (B3).

Promover mais mulheres a cargos de liderança é uma das metas da empresa em seus indicadores de ESG em relação às práticas e políticas corporativas desenvolvidas.

A carteira do ETF é composta pelas 50% empresas ranqueadas com maior pontuação neste quesito. Para criação do índice, são levadas em consideração as composições de conselhos de administração, conselhos fiscais, diretoria executiva e comitês de gestão.

O índice também atribui pontos para as empresas que estão contratando ou promovendo mais mulheres a esses cargos e penaliza empresas sem mulheres ou com uma tendência de diminuição da representatividade.

O diretor de Pessoas, Estratégia e Gestão, Fabiano Alves de Oliveira, afirma que esse reconhecimento revela que a Irani está evoluindo nos indicadores ESG relacionados à igualdade de gênero:

Desde 2020, tivemos um crescimento de 8 pontos percentuais no quadro funcional de mulheres e de 7 pontos percentuais no quadro de mulheres na liderança, fechando 2023 com 25% de mulheres no quadro e 21% na liderança. Nos tornamos signatários da ONU Mulheres“.

Já o diretor de Administração, Finanças e de Relações com Investidores, Odivan Cargnin, ressalta que o resultado dessas ações tem reflexo direto no clima de trabalho, propiciando experiências de aprendizados mútuos:

Concentramos todas as iniciativas voltadas à evolução de uma cultura de diversidade e inclusão como a iniciativa de Mentoria Feminina, que teve como objetivo fortalecer a autoconfiança e promover ampliação da consciência sobre o potencial das colaboradoras, mostrando e orientando para as possibilidades de atuação, carreira e desenvolvimento pessoal e profissional“.

Fonte: Economia SC / Por Ana Paula Dahlke

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