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Onda de calor: Inmet emite ‘alerta de perigo’ para 5 estados

Imagem: Sol entre nuvens. Créditos: Pixabay

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na noite de segunda-feira (11), um alerta de perigo para a chegada da terceira onda de calor do ano. Segundo o órgão, cinco estados brasileiros devem enfrentar temperaturas 5 °C acima da média, com a massa de ar quente resistindo nas regiões até sexta-feira (15). 

  • A terceira onda de calor do ano afetará áreas do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; 
  • Em alguns locais, as temperaturas podem chegar até 40 °C; 
  • O alerta de perigo, representado pela cor laranja, é válido até o final da onda de calor; 
  • De acordo com o G1, o Inmet define o alerta de Perigo como o que exige atenção sobre condições meteorológicas e riscos que possam ser inevitáveis; 
  • O aviso de temperaturas acima da média começou a valer na segunda-feira (11). 

O aviso laranja pelo Inmet geralmente ocorre quando há a persistência de 3 a 5 dias consecutivos no aumento da temperatura de 5 °C com relação à média mensal. Campo Grande, por exemplo, já registrou na tarde de segunda a temperatura mais alta do ano até então: 35,8 °C. 

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Vale pontuar que outros estados sentirão o calorão, no entanto, é esperado que nessas regiões as temperaturas fiquem cerca de 3 °C a 5 °C acima da média histórica, o que NÃO é considerado onda de calor — a onda de calor é caracteriza quando os termômetros ficam acima de 5 °C ou mais da média. 

Terceira onda de calor de 2024

Assim como todas as outras ondas de calor, a atual tem sua raiz em um único fenômeno: o El Niño. Embora seu pico já tenha passado, ele ainda continua influenciando o clima no Brasil. 

De acordo com o Climatempo, é comum ter temperaturas mais elevadas nesta época do ano, contudo, o El Niño está potencializando.

“A tendência é que, mais ou menos em meados de abril, ele realmente desconfigure e passa para a neutralidade, porém alguns efeitos dele, mesmo na neutralidade, no comecinho da neutralidade, ainda podem ser sentidos. “

Fábio Luengo, meteorologista da Climatempo, ao G1.

Atualmente, o fenômeno está causando um bloqueio atmosférico que impede o avanço de frentes frias pelo país. Isso dificulta a formação de nuvens carregadas e mantém o ar seco e em gradual aquecimento. 

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