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Simulação revela o som do interior de uma estrela; ouça!

Cientistas simularam a energia ondulando dentro de uma estrela e converteram ondas de gás em ondas sonoras
O brilho das estrelas parece piscar por conta de turbulências na atmosfera da Terra (Imagem: Nasa/ESA)

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, desenvolveu as primeiras simulações em 3D de energia ondulando do núcleo de uma estrela massiva para a sua superfície externa. Eles também converteram essas ondas de gás em ondas sonoras, reproduzindo como seria o som no interior dos corpos celestes.

Entenda como funciona o interior de uma estrela

  • A pesquisa fez avanços importantes para compreender como funciona o interior das estrelas.
  • Os pesquisadores explicaram que elas parecem piscar no céu, em parte, por causa da atmosfera terrestre.
  • Mas as ondulações dos gases também tem um papel importante, mas imperceptível a olho nu e para telescópios em solo.
  • Elas surgem na zona de convecção, que faz parte dos núcleos.
  • No local, o gás mais frio desce, é aquecido e sobe novamente.
  • Esse processo transporta calor e pode causar ondulações, que fazem com que a estrela aumente e diminua levemente seu brilho.
  • Como os núcleos das estrelas massivas ficam escondidos, os pesquisadores precisaram criar os modelos da convecção delas.
  • As simulações usam um sistema que pode prever com alta precisão as mudanças do brilho, dependendo das ondas de convecção geradas.
  • Os cientistas descobriram que as ondas criadas na zona de convecção causam variações na luz das estrelas.

Ouça o som dentro do núcleo

  • O próximo passo foi converter as ondas de gases em ondas sonoras.
  • Os sons do núcleo de uma estrela massiva, por exemplo, eram distorcidos.
  • Já no caso de corpos celestes médios, o som lembra um murmúrio em meio a uma paisagem chuvosa.
  • Eles então ajustaram os sons das estrelas de diferentes tamanhos de acordo com músicas familiares, entre elas a popular “Brilha, brilha, estrelinha”.
  • Confira o resultado:
  • “Ficamos curiosos para saber como seria ouvir uma música se ela fosse propagada através de uma estrela. Elas mudam a música e, de forma correspondente, mudam como as ondas seriam vistas se as observássemos conforme a superfície das estrelas pisca”, destacou Evan Anders, que liderou a pesquisa.
  • O estudo foi publicado na revista Nature Astronomy.

Com informações de Northwestern University.

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