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Mudanças climáticas podem ter custo trilionário à habitação global

Imagem: Barnaby Chambers - Shutterstock

A luta contra as mudanças climáticas não é mais uma opção. Diversos estudos apontam as consequências catastróficas para a humanidade caso nada seja feito para frear os impactos ambientais. Mas qual é o custo financeiro que tais efeitos podem ter ao setor da habitação? E quem pagará por isso?

Custos das mudanças climáticas

A revista semanal The Economist abordou este assunto. Segundo a publicação, seriam necessários US$ 25 trilhões (mais de R$ 128 trilhões) para combater os impactos das mudanças climáticas no setor. Esse montante equivale praticamente ao PIB dos Estados Unidos. Além disso, representa 9% do valor da habitação no mundo até 2050.

A revista destaca que as bases da classe de ativos mais importante do mundo (os imóveis) estão sendo abaladas por mudanças severas no clima, que têm elevado as emissões de gases do efeito estufa.

Os efeitos disso vão desde tornados que atingem os subúrbios do centro-oeste americano a pedras de granizo do tamanho de bolas de tênis quebrando os telhados de vilas italianas, o clima severo provocado pelas emissões de gases de efeito estufa está abalando as bases da classe de ativos mais importante do mundo. As informações são do InfoMoney.

Custo das mudanças climáticas ao setor de habitação pode chegar a 25 trilhões (Imagem: Freepik)

Quem pagará esta conta?

  • Entre os candidatos a pagar esta salgada conta estão os próprios proprietários de imóveis.
  • Provavelmente eles ainda não perceberam os riscos, uma vez que os preços das casas ainda não mostram sinais de efeitos dos riscos climáticos.
  • Uma possibilidade é que incentivos sejam oferecidos pelos governantes para que haja a necessária adaptação do setor aos efeitos das mudanças climáticas.
  • Neste caso, no entanto, quem pagaria a conta seriam os contribuintes, que precisariam arcar com mais impostos.
  • Entre as seguradoras, o seguro residencial está ficando mais caro à medida que os desastres naturais se tornam mais frequentes.
  • A revista lembra que os danos físicos podem ser evitados investindo em proteção nas próprias propriedades ou na infraestrutura.
  • Mas que é necessária a criação de políticas para resolver estas questões o quanto antes.
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