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Web3 para as massas: startup Anny Baas quer popularizar uso de tokens para investimentos

Plataforma de “blockchain as a service”, que será lançada no Startup Summit e permite que empresas tokenizem projetos, nasce com pensamento global e quer 3% do mercado até 2030. Na foto, as sócias e cofundadoras Daniela Meyer (CEO) e Samantha Leal (CMO). 

Foto: Divulgação

Desenvolver uma plataforma com capacidade de tokenizar talentos, ideias e projetos, permitindo que indivíduos e empresas busquem financiamento de maneira colaborativa e descentralizada. Foi com essa visão que um grupo de experientes profissionais do mercado cripto deu início à Anny Baas, uma startup “Blockchain as a service” (BaaS) projetada para levar inclusão financeira e educação para as massas, focando em quem não tem tradicionalmente acesso a financiamento. 

Como destaca a CEO Daniela von Herwig Meyer, a startup surgiu “para democratizar o acesso a investimentos e ser um propulsor da descentralização, trazendo mais pessoas para o segmento DeFi (finanças descentralizadas) e Web3, via automação da tokenização, sempre com foco em educação e inclusão financeira”. 

A plataforma permite que os usuários criem certificados digitais em blockchain (NFTs) para representar seus projetos, que podem ser divididos em tokens vendidos aos investidores. Esses investidores podem trocar os tokens por benefícios previamente estipulados, além de acessar mentorias e conteúdos educacionais para impulsionar seus projetos. O lançamento do app será na próxima semana, durante o Startup Summit, que vai reunir cerca de 10 mil pessoas em Florianópolis, entre os dias 23 e 25 de agosto, no CentroSul.

Plataforma nasce com parceiros internacionais

“Ainda não temos dados de usuários de blockchain, o mercado de crowdfunding movimentou R$ 131 milhões no Brasil em 2022. Em termos globais, representa mais de US$ 20 bilhões, com taxa de crescimento de 16% ao ano. Com relação à tokenização, o mercado gira em torno dos US$ 3 bilhões e cresce 19% ao ano. Sempre pensamos em uma atuação global”, disse Daniela ao SC Inova. 

O objetivo é audacioso: até 2030, a startup espera atingir 3,3% deste mercado global de transações, o que significa atingir um faturamento de US$ 33 milhões/ano e uma movimentação de US$ 3 bilhões via plataforma, calcula a CEO. A startup já tem alguns parceiros posicionados na América Latina (Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Colômbia, Costa Rica e El Salvador), Portugal, Espanha, África do Sul e Angola para começar o processo de internacionalização. Em setembro, a Anny participará do programa PayEx, da Agência Promotora de Exportações (APEX Brasil).

Além de Daniela, que tem trajetória no mercado financeiro tradicional e cripto, a equipe da Anny Baas tem Samantha Leal, veterana em jornalismo e relações públicas, como CEO; o investidor-anjo Alejandro Palantzas, ex-Kraken, como diretor de Negócios, além da influenciadora Sabrina Coin como gerente de Comunicação.

Recentemente, a empresa participou do Arena Celta, um programa de aceleração promovido pela Fundação Certi. Entre 148 inscritas, a Anny Baas concluiu o projeto como uma das 26 novas incubadas no CELTA. 

Fonte: Redação SC Inova, com informações da Assessoria de Imprensa

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