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James Webb captura imagem incrível de duas estrelas em formação

As estrelas fotografadas pelo James Webb estão na constelação Vela, a cerca de 1.470 anos-luz de distância da Terra
Imagem: NASA, ESA, CSA. Image Processing: Joseph DePasquale (STScI)

Telescópio Espacial James Webb capturou uma nova imagem de tirar o fôlego. Dessa vez, trata-se de um par de estrelas em formação. Os astros, conhecidos como Herbig-Haro 46/47, estão na constelação Vela, a cerca de 1.470 anos-luz de distância da Terra.

Elementos presentes na imagem

  • A imagem mostra as estrelas no centro dos raios rosa-alaranjados, em um núcleo branco e laranja.
  • Elas estão profundamente inseridas em um disco de gás e poeira que alimenta seu crescimento e a formação de massa.
  • As extremidades, representadas em uma intensa cor alaranjada, correspondem ao material que é ejetado pelos atros, que ingerem e expelem continuamente gás e poeira em seu processo de formação.
  • A cor azul, na forma de pequenos fios, que vem do par de estrelas ao redor do aglomerado de formação estelar é a ejeção mais recente dessas estrelas.
  • Já no lado direito da imagem essa ejeção pode ser observada em padrões ondulados, conforme a FayerWayer.
  • Esses tipos de jatos de energia são fundamentais nesse primeiro estágio estelar, já que as ejeções são o que regulam a quantidade de massa que a estrela vai acumular.
  • Por fim, a nuvem azul que cobre esta área do cosmos é o que se conhece como célula sanguínea de Bok.
  • No espectro de luz mais comum, ela não seria perceptível por ser muito escura.
  • O lado direito da imagem é o mais próximo da Terra, apesar de ser menos brilhante e menor.

Imagem ajuda a compreender melhor como as estrelas se formam

  • De acordo com a Agência Espacial Europeia, a dupla de estrelas tem sido estudada por diversos telescópios tanto na Terra quanto no espaço desde a década de 1950.
  • Apesar disso, este é o registro mais detalhado já feito delas.
  • O objetivo dos pesquisadores é utilizar a capacidade de registros do James Webb para entender melhor as atividades passadas e presentes das estrelas e analisar a nebulosa em torno delas.
  • Com isso, os especialistas poderão obter novos detalhes sobre como as estrelas se formam.
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