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O que é a teoria da evolução estelar?

(Imagem: Ana Luiza Figueiredo via DALL-E / Olhar Digital)

Como o próprio nome já indica, a teoria da evolução estelar estuda as estrelas desde o seu nascimento e analisa cada um de suas fases de evolução até a sua morte. Esse tipo de estudo é importante não apenas para prever comportamentos do corpo celeste, mas para entender o impacto desta evolução em outros objetos espaciais, etc. A seguir, confira como se dá a teoria da evolução estelar.

O que é a teoria da evolução estelar?

Crédito: Nazarii_Neshcherenskyi – Shutterstock

Na medicina, é possível elencar todas as fases de desenvolvimento do corpo humano e como nossos sistemas (como órgãos, por exemplo) amadurecem, envelhecem e morrem durante períodos de estabilidade e de doenças. Esta análise é importante para entender diferentes coisas, como os sintomas de doenças, como o desenvolvimento do corpo impacta na vida cotidiana das pessoas, etc.

Em se tratando das estrelas, os astrônomos fazem algo muito parecido: a teoria da evolução estelar é uma área de estudo que pretende analisar as estrelas em cada fase de sua evolução, ou seja, do seu nascimento até a sua morte, e cada um dos eventos espaciais que são impactados por cada fase dessa evolução.

Por meio desse estudo, é dito que a formação de uma estrela está necessariamente conectada ao aparecimento de nuvens gasosas e repletas de poeira cósmica. Isso porque a gravidade do local realiza uma força de compressão sobre esses materiais até que eles sejam fundidos a nível nuclear, criando as “protoestrelas”: um objeto celeste em sua fase inicial para se tornar uma estrela propriamente dita.

Conforme a fusão nuclear segue, outros gases entram em ação para comprimir as protoestrelas ao máximo. Como exemplo, é possível citar a ação do hidrogênio e do hélio. À medida que o hidrogênio é consumido no interior do núcleo, há o processo de expansão: algumas estrelas podem se tornar gigantes pontos vermelhos no espaço.

Uma vez transformada em uma estrela de fato, deixando o título de protoestrela para trás, duas coisas podem acontecer: o corpo celeste mais massivo evolui para um corpo supergigante e, eventualmente, explode; ou, no caso de corpos menos massivos, se transformam em anãs. Todo esse processo parece rápido, mas, na realidade, dura entre milhões até trilhões de anos.

O estudo da teoria da evolução estelar é importante não apenas para prevermos os diferentes comportamentos das estrelas e entendê-los, mas também para analisar a diversidade de elementos químicos presentes nelas, como eles são criados e como se comportam ao longo do tempo; além, é claro, de examinar como a evolução estelar impacta os demais corpos celestes ao redor.

Fonte: Olhar Digital / Por Wagner Edwards

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