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Vem aí um fundo nacional de investimento em startups?

Foi o que anunciou o ministro do Empreendedorismo e MPEs Marcio França, durante abertura do Web Summit Rio, nesta terça

Imagem: SC Inova/DALL-E

Depois de alguns municípios e estados da federação, parece que chegou a vez do Governo Federal criar um fundo para investimento em startups. Foi o que anunciou o ministro do Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Marcio França, durante palestra no Web Summit Rio 2024, evento que vai até o dia 18, no RioCentro, na capital fluminense.

Segundo o ministro, já existem os recursos disponíveis e a ideia é lançar o fundo ainda no primeiro semestre – só não se sabe quanto será alocado e quem irá operar (provavelmente BNDES ou Finep). Nos ecossistemas municipais e estaduais, a criação destes fundos para investimento em startups são fundamentais para estimular a cadeia empreendedora – em geral, os entes públicos criam suas Leis de Inovação e já preevem uma determinada dotação para aportes pequenos, mas que podem fazer toda a diferença para negócios em fase inicial (early stage).

Em Santa Catarina, várias cidades operam (ou já operaram) fundos de investimento de startups, em valores que variam de acordo com o volume de receitas (impostos). O desafio, em nível nacional, é definir a tese para este investimento: vai repetir o padrão de aportes em negócios escaláveis com foco no mercado corporativo (B2B), ou vai apostar em tecnologias mais disruptivas e alinhadas às estratégias nacionais de desenvolvimento de inovação? 

Também é importante que este futuro fundo esteja alinhado à política de CT&I que está sendo revista neste ano a partir da Conferência Nacional e das Conferências Estaduais que já estão aconecendo pelo país. 

DESENROLA PARA PEQUENOS NEGÓCIOS

Outra novidade anunciada por Marcio França é a versão do Desenrola (programa para renegociação de dívidas) para MEIs e empresas enquadradas no Simples – o lançamento será feito oficialmente na próxima semana, por meio de Medida Provisória – e um programa de crédito para empresas que faturaram até R$ 360 mil no ano passado. Com carência de seis meses, os empréstimos podem chegar a 50% para negócios comandados por mulheres, e de 35% para empresas geridas por homens.

Como lembrou o ministro, há mais de 22,5 milhões de MEIs e pequenas empresas optantes do Simples Nacional, que representam 95% dos CNPJs do país e 83% dos empregos criados. Agora é acompanhar quando e como estas novas políticas para empreendedores serão implementadas.  

Fonte: Redação SC Inova, com informações de agências

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