fbpx

Os cães são conhecidos por seu companheirismo e lealdade. Mas, por que ter cachorros faz bem para a saúde humana?

Foto Divulgação

Além de cães-guia que podem ser treinados para detectar convulsões, terapia ocupacional, fonoaudiologia ou reabilitação física, os animais também são valorizados como companheiros, o que certamente pode afetar a qualidade de nossas vidas. 

Pesquisas em andamento mostram que ter cachorro faz bem para a saúde física e emocional. Além desses animais oferecerem companheirismo e aliviar o estresse do tutor, existem outros benefícios que vamos abordar neste post. 

Coração

Em uma pesquisa feita no ano de 2019 foi descoberto que possuir cães pode ser benéfico para a saúde cardiovascular humana porque, os tutores são mais propensos a serem fisicamente ativos, comer melhor, menos habituados a fumar e consomem menos açúcar. Também foi demonstrado que a contenção do estresse ajuda a prevenir doenças cardíacas e os cachorros são redutores comprovados do estresse – os participantes deste estudo científico relataram “reduções significativas no estresse” e “aumento da felicidade e energia” após uma sessão com um cão de terapia. 

Saúde mental

Foi comprovado que tutores de cachorros caminham, em média, cerca de três vezes a mais do que pessoas sem pets. Embora o exercício seja benéfico para a nossa saúde física, também apoia a nossa saúde mental, liberando endorfinas que nos ajudam a nos sentir bem. Além disso, esses animais  fornecem um senso de propósito e companheirismo para seus cuidadores. 

Um estudo de 2015 revelou que crianças com TDAH que liam para animais reais demonstraram melhora em compartilhar, cooperar e se voluntariar e em problemas comportamentais do que crianças com TDAH que liam para um bicho de pelúcia. Outro estudo constatou que crianças autistas ficam mais calmas e interagem mais na presença de porquinhos-da-índia do que com brinquedos.

Ajudam os idosos com função cognitiva e interação social

A terapia com cães de serviço com pessoas idosas melhora a função cognitiva de residentes com doenças mentais em cuidados de longo prazo. Para mais, ocorrem reduções significativas nos comportamentos agitados em idosos com demência e melhora as interações sociais.

Ademais, os pets podem proporcionar uma fonte de comunicação não-verbal positiva. A interação lúdica e o toque gentil de um animal dócil e bem treinado podem ajudar a acalmar um paciente com Alzheimer e diminuir o comportamento agressivo – assim como a simples exposição a aquários ou tanques de peixes.

Os estudos científicos sobre este tema ainda estão sendo feitos para sabermos em quais outros campos os cachorros podem nos ajudar. Em síntese, é importante se certificar também da saúde de seu animal levando em consultas veterinárias, deixando as vacinas em dia e oferecendo a alimentação correta.  

Lembre-se que um amigo de quatro patas é um compromisso e uma responsabilidade de longo prazo, é crucial mantê-lo saudável e seguro.

Compartilhe este conteúdo

Conteúdos Relacionados

Siga a Ascenda Digital

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore